Por volta das 15:30, aquando a limpeza do estabelecimento onde me encontro a trabalhar nesta época do ano, um senhor muito dono de si, cheio de papel, que viu recusado o convite que me fez de casamento em que me oferecia casa, carro que eu quisesse e montes de dinheiro, chegou-se ao pé de mim e começou a insultar-me. A única coisa que não me chamou foi de filha. Posto isto, visualizei na minha mente a vassoura que tinha na mão cravar-se-lhe na testa e os destes voarem após um soco dado por mim. Voltei ao presente e resolvi virar-lhe as costas. Realmente... com a idade uma pessoa vai buscar paciência e bom-senso a sítios que nem sabemos que existem.
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Por volta das 15:30, aquando a limpeza do estabelecimento onde me encontro a trabalhar nesta época do ano, um senhor muito dono de si, cheio de papel, que viu recusado o convite que me fez de casamento em que me oferecia casa, carro que eu quisesse e montes de dinheiro, chegou-se ao pé de mim e começou a insultar-me. A única coisa que não me chamou foi de filha. Posto isto, visualizei na minha mente a vassoura que tinha na mão cravar-se-lhe na testa e os destes voarem após um soco dado por mim. Voltei ao presente e resolvi virar-lhe as costas. Realmente... com a idade uma pessoa vai buscar paciência e bom-senso a sítios que nem sabemos que existem.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Segredo #1
domingo, 20 de maio de 2012
Nunca fui pessoa de ligar muito a aniversários. Enquanto criança sim, era engraçado receber presentes e todas as atenções. Mas agora, por favooooor, não me dêem essas atenções porque já não consigo lidar com isso. E também não quero prendas, prefiro dá-las a mim própria, já que eu também não dou a ninguém.
sábado, 31 de março de 2012
Na passada quinta feira, foi dia de Arraial Universitário.
Após dias cheios de sol, em que o pessoal já andava todo de manga curta e calções, chegou a quinta e começou o Dilúvio.
Do mal o menos, a AAUAlg arranjou maneira de conseguir fazer o Arraial na mesma e o pessoal lá foi.
O melhor da noite foi mesmo ver as meninas que tinham as pernocas ao léu, com micro-calções, andaram a pedir as capas do Traje para se aquecerem. Tenham dó, a sério.
Após dias cheios de sol, em que o pessoal já andava todo de manga curta e calções, chegou a quinta e começou o Dilúvio.
Do mal o menos, a AAUAlg arranjou maneira de conseguir fazer o Arraial na mesma e o pessoal lá foi.
O melhor da noite foi mesmo ver as meninas que tinham as pernocas ao léu, com micro-calções, andaram a pedir as capas do Traje para se aquecerem. Tenham dó, a sério.
sábado, 24 de março de 2012

Eu estou a gostar dele. Não estou a gostar na maneira normal de gostar, gosto de gostar de falar com ele, da companhia dele e do jeito dele. O cheiro dele é agradável, os seus olhos emanam um brilho especial e é das pessoas que poderiam ser o meu reflexo.
É, estou a gostar dele. Se é saudável este gostar? Não sei. Ainda é cedo para dizer.
Mas que me está a fazer bem, lá isso está...
quarta-feira, 21 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
Partir
Será que partir copos gigantes traz azar?
Não é que eu, distraída como sou, perdi muitos telemóveis de uma só vez?
Não sei onde os coloquei...
Fui desarredar a TV, e puff, caiu o meu copo de colecção, lindo, gigante e todo trabalhado.
Caiu e partiu-se. Sorte do c=()/&/#.
Não é que eu, distraída como sou, perdi muitos telemóveis de uma só vez?
Não sei onde os coloquei...
Fui desarredar a TV, e puff, caiu o meu copo de colecção, lindo, gigante e todo trabalhado.
Caiu e partiu-se. Sorte do c=()/&/#.
sábado, 10 de março de 2012
As coisas não te caem do céu. Por vezes vais ter que lutar muito, mais do que as tuas próprias forças.
Por vezes nem isso chega, e (muitas vezes) vais achar que não valeu a pena. Mas vale sempre.
Se ela não souber o que te dizer, vais achar que ela não deu valor. Não precisas de ser mais que tu próprio, apenas precisas ser aquilo que ela precisa. Pode não ser aquilo que ela quer, mas acredita que vais ser o que ela precisa. Ela pode estar mal humorada, pode nem te dar atenção, mas ela vai reparar em ti. Nunca vais saber se não tentares. Ela é complicada, não sabe o que quer, pode dizer o que não sente. Vais sofrer, é claro, mas tudo o que é fácil não vale a pena.
Quando ela estiver chateada, tenta compreendê-la. Às vezes não é fácil ser-se quem é, nem ultrapassar todos os obstáculos.
Tens que demonstrar que precisas dela, tal como ela precisa de ti. Tens que mostrar amor, compreensão e apoio, muito apoio.
Ela pode não querer amor, pode querer apenas companhia. Pode não conseguir manter um relacionamento. Quiçá ela sofreu muito também. Quiçá ela passou pelo que estás a passar. Pode ter querido ser quem é, pode ter sido compreensiva e ter dado amor a quem não o quis. Mas para ela valeu a pena, ela cresceu. Aprendeu a ver as coisas de outra perspectiva, aprendeu que as coisas não são fáceis e às vezes é preciso deixar ir embora aquilo que mais se ama.
Eu sei, não é fácil desistir do coração, ninguém é perfeito. Mas não o faças - por ti. Vais aprender a dar valor às coisas, a ela.
Ela vai reconhecer o teu valor. Pode não ser no momento certo, pode ser um dia mais tarde, em que te transformaste em algo que não era de esperar. Ela pode considerar-te um irmão, um melhor amigo. Mas isso vai mudar, quem sabe um dia. Ela pode querer voltar atrás, pode se arrepender, pode reconhecer o amor que lhe quiseste dar. Mas não digas que é tarde demais. Apenas diz que encontraram o amor em tempos separados. Vai ser dificil para ela, mas não te preocupes. A vida não é fácil e ela irá entender. Mas por agora, luta, luta com todas as tuas forças. Se ela realmente te quiser agora, continua a lutar. Não a dês por garantida, ela é volátil, e o que quer hoje, pode não querer amanhã. Continua a conquistá-la, dia após dia. Surpreende-a.
Compreendo que seja algo dificil, mas no amor nada é fácil, e quem sabe se não durará para sempre?
Hoje em dia é tão dificil encontrar alguém com a tua força e com a tua determinação a conquistá-la que, só por isso, te estás a tornar único.
Existe um tempo para tudo, mas não aches que estás a perder tempo em amar. Ela vai ser sempre tua.
Pode não ser sempre o teu amor, mas tu irás ser sempre o amor dela, por mais que ela não queira reconhecer...
Para se ser feliz até um certo ponto, é preciso ter-se sofrido até certo ponto.
Por vezes nem isso chega, e (muitas vezes) vais achar que não valeu a pena. Mas vale sempre.
Se ela não souber o que te dizer, vais achar que ela não deu valor. Não precisas de ser mais que tu próprio, apenas precisas ser aquilo que ela precisa. Pode não ser aquilo que ela quer, mas acredita que vais ser o que ela precisa. Ela pode estar mal humorada, pode nem te dar atenção, mas ela vai reparar em ti. Nunca vais saber se não tentares. Ela é complicada, não sabe o que quer, pode dizer o que não sente. Vais sofrer, é claro, mas tudo o que é fácil não vale a pena.
Quando ela estiver chateada, tenta compreendê-la. Às vezes não é fácil ser-se quem é, nem ultrapassar todos os obstáculos.
Tens que demonstrar que precisas dela, tal como ela precisa de ti. Tens que mostrar amor, compreensão e apoio, muito apoio.
Ela pode não querer amor, pode querer apenas companhia. Pode não conseguir manter um relacionamento. Quiçá ela sofreu muito também. Quiçá ela passou pelo que estás a passar. Pode ter querido ser quem é, pode ter sido compreensiva e ter dado amor a quem não o quis. Mas para ela valeu a pena, ela cresceu. Aprendeu a ver as coisas de outra perspectiva, aprendeu que as coisas não são fáceis e às vezes é preciso deixar ir embora aquilo que mais se ama.
Eu sei, não é fácil desistir do coração, ninguém é perfeito. Mas não o faças - por ti. Vais aprender a dar valor às coisas, a ela.
Ela vai reconhecer o teu valor. Pode não ser no momento certo, pode ser um dia mais tarde, em que te transformaste em algo que não era de esperar. Ela pode considerar-te um irmão, um melhor amigo. Mas isso vai mudar, quem sabe um dia. Ela pode querer voltar atrás, pode se arrepender, pode reconhecer o amor que lhe quiseste dar. Mas não digas que é tarde demais. Apenas diz que encontraram o amor em tempos separados. Vai ser dificil para ela, mas não te preocupes. A vida não é fácil e ela irá entender. Mas por agora, luta, luta com todas as tuas forças. Se ela realmente te quiser agora, continua a lutar. Não a dês por garantida, ela é volátil, e o que quer hoje, pode não querer amanhã. Continua a conquistá-la, dia após dia. Surpreende-a.
Compreendo que seja algo dificil, mas no amor nada é fácil, e quem sabe se não durará para sempre?
Hoje em dia é tão dificil encontrar alguém com a tua força e com a tua determinação a conquistá-la que, só por isso, te estás a tornar único.
Existe um tempo para tudo, mas não aches que estás a perder tempo em amar. Ela vai ser sempre tua.
Pode não ser sempre o teu amor, mas tu irás ser sempre o amor dela, por mais que ela não queira reconhecer...
Para se ser feliz até um certo ponto, é preciso ter-se sofrido até certo ponto.
sábado, 3 de março de 2012
Pois, a mim parece-me que alguém fez asneira, e desta vez não fui eu. Sabem quando olhamos para alguém, que nos parece ser muito certinho, ajuizado, etc?
No fundo nós sabemos que ninguém é santo, e até gostamos de alguma "marotice".
Mas daí a passar para a badalhoquice vai muito!
Pois é, e é assim que essas pessoas perdem mais do que ganham, ao tentarem mostrar-se mais do que aquilo que são.
Eu não perdi muito, mas tu sim, até o juízo.
No fundo nós sabemos que ninguém é santo, e até gostamos de alguma "marotice".
Mas daí a passar para a badalhoquice vai muito!
Pois é, e é assim que essas pessoas perdem mais do que ganham, ao tentarem mostrar-se mais do que aquilo que são.
Eu não perdi muito, mas tu sim, até o juízo.
sábado, 18 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
acerca das festividades...

Isto vai pesando com a idade, realmente vai. Já não bastava termos tido o Dia de São Valentim e vermos todos os casalinhos melosos na praça, aos beijos babosos e com olhares tão ternurentos que mais pareciam Pugs, como agora temos que aturar as folias do Carnaval.
Eu pessoalmente nunca gostei muito. Não sei se é trauma infantil ou não, mas as máscaras afligem-me. De qualquer das maneiras,e com a crise que estamos (estou a falar da crise de valores), não vejo justificação para tantos gastos. E também não vejo justificação para tamanha indignação perante as tolerâncias de ponto este Carnaval. Acho muito bem, sim senhora. Afinal esta gente quer comemorar o quê? Querem-se divertir? Têm mais dias no ano para o fazer. Agora se querem fazer figuras tristes e tentar retroceder no tempo, para passarem a ser crianças, não vejo motivo para serem contra esta medida do estado.
Porque o Carnaval é das crianças pá, e a altura de muitos já passou à centenas de anos. ;)
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Ontem foi só a última facada que recebi. Sim, a última, porque prometi a mim mesma que não vou levar mais nenhuma. Às vezes temos que ouvir um não da boca de quem queremos, para aprender que nem tudo é como nós pensamos. E assim nos conformamos. E assim passamos a ver as coisas com outros olhos.
Porque se o culpo por não estar comigo, admiro-o por ter esperado tempo demais.
E a culpada sou eu, que lhe dei rédea solta, que pensei que ele era demasiado para mim. O que acabou por se tornar verdade, simplesmente ao contrário. Agora eu é que sou demasiado para ele, aliás, sou demasiado para toda a gente, até para mim.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012

Ora bem.
Num país que está a atravessar uma crise muito grave, um estudante tem dois destinos.
Ou nasceu numa família rica e é capaz de completar a licenciatura, ou nasceu numa família mais pobre e tem que se esforçar para o fazer.
Tomemos em atenção este último caso.
Uma pessoa que esteja na faculdade, tem que pagar propinas, certo? Tirando fotocópias, livros, transportes e tudo o mais.
Essa mesma pessoa tem que encontrar maneira de suportar financeiramente todas essas coisas... Então, resolve trabalhar. Os trabalhos que encontra (note-se: não são empregos) não são conciliáveis com as aulas, pelo que terá que se esforçar o quadruplo, para conseguir fazer as cadeiras. O estado, simpático como sempre é, corta o abono familiar, sim, porque acha que é muito o que dão.
Acabamos por não conseguir juntar dinheiro (foi gasto em propinas, transportes, etc) e acabamos também por não conseguir completar as cadeiras (porque, devido ao trabalho, não tinhamos tempo nem cabeça para estudar).
Como é que, quiçá, poderemos conseguir essa licenciatura? Pedindo esmola, lá está.
Porque trabalhar, que é honesto, e reconhecível, não podemos, porque é quase impossível conciliar com a escola. E se não trabalharmos, não podemos frequentar essa escola.
Que bonito...
sábado, 4 de fevereiro de 2012

"Olha, Mariana, posso contar-te uma história?
Há uns tempos atrás, conheci uma rapariga. Linda.
O único problema é que ela vivia a 30km de mim. Todo os domingos eu pegava na minha bicicleta e fazia 30km para estar com ela uma hora, ou até menos.
Depois de ter ido ter com ela algumas vezes, ela começou a tratar-me mal, e a namorar com outro senhor.
Bom, a verdade é que me custou imenso, mas percebi que às vezes, por mais que nos esforcemos, não conseguimos fazer com que a outra pessoa nos dê o devido valor.
Mas isso não nos pode deixar tristes... até uma nota de 10euros depois de amarrotada continua a ter o seu valor.
Ela não é melhor que tu. Ele é que, simplesmente, não quis reconhecer o teu valor."
às vezes, é de onde menos se espera que vêem as melhores palavras de conforto

"ahahahah"
Uma coisa que me desperta bastante a atenção é a quantidade de idiotice que as pessoas têem. Não apenas os portugueses, que já muito afamados, pouco gozam deste privilégio.
Ontem, enquanto esperava pela minha vez no cabeleireiro, uma senhora de muito boas aparências resolveu pegar no telefone da cabeleireira e ligar. Ela falava um inglês muito fluente, e ao telefone dizia que isto não podia ser assim, que a outra pessoa tinha que resolver o assunto, e blablablá.
Entretanto essa mesma senhora, disse à cabeleireira que queria pagar a chamada, pois tinha sido para a Irlanda, o que iria sair MUITO caro. É claro que a cabeleireira disse para esquecer isso, e que não tinha importância. (Eu cá não fazia o mesmo.) E não é que, a mulher entrou dentro da sala de arrumações, sacou da pá e da vassoura, e se pôs a varrer os cabelos espalhados no chão?
Eu nem sabia o que pensar.
Primeiro, resolve mexer nas coisas que não são dela, sem pedir autorização, e depois faz EXACTAMENTE o mesmo?
Há por aí muitas pessoas sem vergonha na cara.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
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