sábado, 18 de fevereiro de 2012

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

acerca das festividades...


Isto vai pesando com a idade, realmente vai. Já não bastava termos tido o Dia de São Valentim e vermos todos os casalinhos melosos na praça, aos beijos babosos e com olhares tão ternurentos que mais pareciam Pugs, como agora temos que aturar as folias do Carnaval.
Eu pessoalmente nunca gostei muito. Não sei se é trauma infantil ou não, mas as máscaras afligem-me. De qualquer das maneiras,e com a crise que estamos (estou a falar da crise de valores), não vejo justificação para tantos gastos. E também não vejo justificação para tamanha indignação perante as tolerâncias de ponto este Carnaval. Acho muito bem, sim senhora. Afinal esta gente quer comemorar o quê? Querem-se divertir? Têm mais dias no ano para o fazer. Agora se querem fazer figuras tristes e tentar retroceder no tempo, para passarem a ser crianças, não vejo motivo para serem contra esta medida do estado.
Porque o Carnaval é das crianças pá, e a altura de muitos já passou à centenas de anos. ;)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012


A próposito de amor... Ele nunca morre, apenas se transforma.
E às vezes calha transformar-se em ódio.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012


É desta que arranjo coragem e mudo completamente o visual. Já é altura de aprender a usar uma saia decente, já que as minhas pernas não as vêem desde os quatro anos.
É sempre bom mudar.

Ontem foi só a última facada que recebi. Sim, a última, porque prometi a mim mesma que não vou levar mais nenhuma. Às vezes temos que ouvir um não da boca de quem queremos, para aprender que nem tudo é como nós pensamos. E assim nos conformamos. E assim passamos a ver as coisas com outros olhos.
Porque se o culpo por não estar comigo, admiro-o por ter esperado tempo demais.
E a culpada sou eu, que lhe dei rédea solta, que pensei que ele era demasiado para mim. O que acabou por se tornar verdade, simplesmente ao contrário. Agora eu é que sou demasiado para ele, aliás, sou demasiado para toda a gente, até para mim.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Perdi a vontade

E pronto... Não preciso dizer mais nada.

Bem, e o narizinho do Padalecki não fica nada atrás do Knoxville.
Mon dieu, mas o que me deu para agora andar a reparar em narizes?!

Ontem reparei que este deve ser o nariz masculino mais bonito que alguma vez vi.
Sem dúvida, o pacote completo.

domingo, 5 de fevereiro de 2012


Ora bem.
Num país que está a atravessar uma crise muito grave, um estudante tem dois destinos.
Ou nasceu numa família rica e é capaz de completar a licenciatura, ou nasceu numa família mais pobre e tem que se esforçar para o fazer.
Tomemos em atenção este último caso.
Uma pessoa que esteja na faculdade, tem que pagar propinas, certo? Tirando fotocópias, livros, transportes e tudo o mais.
Essa mesma pessoa tem que encontrar maneira de suportar financeiramente todas essas coisas... Então, resolve trabalhar. Os trabalhos que encontra (note-se: não são empregos) não são conciliáveis com as aulas, pelo que terá que se esforçar o quadruplo, para conseguir fazer as cadeiras. O estado, simpático como sempre é, corta o abono familiar, sim, porque acha que é muito o que dão.
Acabamos por não conseguir juntar dinheiro (foi gasto em propinas, transportes, etc) e acabamos também por não conseguir completar as cadeiras (porque, devido ao trabalho, não tinhamos tempo nem cabeça para estudar).
Como é que, quiçá, poderemos conseguir essa licenciatura? Pedindo esmola, lá está.
Porque trabalhar, que é honesto, e reconhecível, não podemos, porque é quase impossível conciliar com a escola. E se não trabalharmos, não podemos frequentar essa escola.
Que bonito...

As roupas deixadas ao frio, congelaram. Que bom que é estar no Algarve.

sábado, 4 de fevereiro de 2012


Há fases na nossa vida em que vale mais estar só, do que mal acompanhada.
Eu vou preferindo estar só, para ver se consigo dar mais valor às minhas companhias...

Com um marido destes e agora a Gaga quer engravidar através de inseminação artificial e anda à procura de um dador siciliano?
Há loucas para tudo.

Um programa para uma tarde de sábado?
Fazer um bolo.
Ele era farinha, ovos, iogurtes, manteiga e muito mais espalhados pela cozinha.
Resultado? Um fracasso.
Preciso de uma receita fácil e saborosa... É que o dia de São Valentim está a chegar, e não quero ficar a deprimir sem um docinho.

"Olha, Mariana, posso contar-te uma história?
Há uns tempos atrás, conheci uma rapariga. Linda.
O único problema é que ela vivia a 30km de mim. Todo os domingos eu pegava na minha bicicleta e fazia 30km para estar com ela uma hora, ou até menos.
Depois de ter ido ter com ela algumas vezes, ela começou a tratar-me mal, e a namorar com outro senhor.
Bom, a verdade é que me custou imenso, mas percebi que às vezes, por mais que nos esforcemos, não conseguimos fazer com que a outra pessoa nos dê o devido valor.
Mas isso não nos pode deixar tristes... até uma nota de 10euros depois de amarrotada continua a ter o seu valor.
Ela não é melhor que tu. Ele é que, simplesmente, não quis reconhecer o teu valor."

às vezes, é de onde menos se espera que vêem as melhores palavras de conforto

"ahahahah"
Uma coisa que me desperta bastante a atenção é a quantidade de idiotice que as pessoas têem. Não apenas os portugueses, que já muito afamados, pouco gozam deste privilégio.
Ontem, enquanto esperava pela minha vez no cabeleireiro, uma senhora de muito boas aparências resolveu pegar no telefone da cabeleireira e ligar. Ela falava um inglês muito fluente, e ao telefone dizia que isto não podia ser assim, que a outra pessoa tinha que resolver o assunto, e blablablá.
Entretanto essa mesma senhora, disse à cabeleireira que queria pagar a chamada, pois tinha sido para a Irlanda, o que iria sair MUITO caro. É claro que a cabeleireira disse para esquecer isso, e que não tinha importância. (Eu cá não fazia o mesmo.) E não é que, a mulher entrou dentro da sala de arrumações, sacou da pá e da vassoura, e se pôs a varrer os cabelos espalhados no chão?
Eu nem sabia o que pensar.
Primeiro, resolve mexer nas coisas que não são dela, sem pedir autorização, e depois faz EXACTAMENTE o mesmo?
Há por aí muitas pessoas sem vergonha na cara.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012


Estes dias assustam-me. Principalmente porque depois de o fazer, já não há como voltar atrás. É ver progressos a cair para o chão como se não houvesse amanhã.
Mas no fundo tem de ser... Pois, toda a gente o faz, eu não serei diferente.
Sim... Vou cortar o cabelo.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012