
Ontem foi só a última facada que recebi. Sim, a última, porque prometi a mim mesma que não vou levar mais nenhuma. Às vezes temos que ouvir um não da boca de quem queremos, para aprender que nem tudo é como nós pensamos. E assim nos conformamos. E assim passamos a ver as coisas com outros olhos.
Porque se o culpo por não estar comigo, admiro-o por ter esperado tempo demais.
E a culpada sou eu, que lhe dei rédea solta, que pensei que ele era demasiado para mim. O que acabou por se tornar verdade, simplesmente ao contrário. Agora eu é que sou demasiado para ele, aliás, sou demasiado para toda a gente, até para mim.
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